Dados: como a cultura data-driven da Ingenico pode ajudar seu trabalho

Você já imaginou o que seria de sua rotina se todos os seus arquivos, mensagens e planilhas simplesmente desaparecessem?

Se parece impossível imaginar essa situação, não se assuste. Com tantas informações no computador ou celular, estamos cada vez mais conectados aos dados no dia a dia para tomar - ou justificar - nossas decisões.

Essa Era da Informação da qual estamos vivenciando levantou ainda mais a necessidade das companhias a buscarem inteligência competitiva, já que não basta mais obter dados, mas sim, analisá-los e transformá-los em conhecimento palpável, desenvolvendo novos insights e insumos para enriquecer ainda mais seus produtos e serviços.

É por isso que a Ingenico está trabalhando para criar uma cultura data-driven, com uma mentalidade centrada no uso de dados para toda a companhia.

“Estamos vivendo uma profunda transformação, com novos aplicativos, ferramentas e sistemas nos ajudando diariamente. Todas essas soluções geram dados muito relevantes e que estão à nossa disposição, mas que, no fim, acabamos não usando”, diz Marin Mignot, COO da Worldline. “Nosso objetivo é mudar isso e consolidar uma cultura que nos permita usar efetivamente os dados para alavancar a estratégia de desenvolvimento contínuo, habilitando novas ideias, soluções e processos.”

OK. Mas o que é uma cultura orientada a dados?

A principal ideia da cultura data-driven é justamente a utilização dos dados no centro do processo decisório. É ter o conhecimento que pode-se usar a tecnologia a seu favor, apoiando uma gestão ainda mais eficiente e com tomada de decisões mais assertivas.

Como qualquer tipo de mudança, a do mindset de dados não seria diferente. Ela não ocorre de um dia para o outro, ou de forma linear. Para isso é necessário ter a mentalidade de experimentação.

Ter esse olhar não significa mudar a sua rotina de trabalho, mas sim, identificar oportunidades a partir de uma informação que muitas vezes já existe em sua empresa, somado à experiência de mercado que só o ser humano pode ter, estabelecendo assim estratégias mais concretas.

Dessa forma, o objetivo de uma cultura data-driven é mudar esse cenário. O foco é criar um ambiente voltado ao uso constante e inteligente de todas as informações, facilitando o alinhamento interno das equipes e a geração de valor em cada nova solução ou serviço oferecido pela companhia.

E por que este tema pode ajudar a todos?

“Às vezes, a gente pensa que uma cultura orientada a dados é uma iniciativa complexa, que exige profissionais especializados em análises, mas não é o caso. Ao contrário. O que propomos é o uso do conteúdo que já está disponível internamente como um componente para nos facilitar a tomada de decisão”, Lívia Dias, Data Product Owner e integrante do time de Inovação da Ingenico para LAR.

A ideia é mostrar como podemos usar as diversas fontes de dados que temos no nosso dia a dia para simplificar e melhorar nosso trabalho e a rotina de todas as equipes.

Por exemplo: sabe aquela planilha que só você tem? Talvez ela possa ser importante para um colega de seu time. Teve sucesso em um projeto? Possivelmente, o processo realizado pode ajudar outro grupo no futuro. Por isso, compartilhar ideias (e dados) pode ser ótimo para todos!

Como cada um pode contribuir para construir uma cultura de dados?

Ao adotar o modelo data-driven, estamos buscando construir uma mentalidade que nos permita destravar a inovação e a construção de soluções práticas para as pessoas - sejam elas nossos colaboradores, parceiros ou clientes.

Para isso, é importante entender que cada um de nós pode, sim, utilizar os mecanismos que já estão à nossa disposição para tomar decisões mais inteligentes, sustentáveis e rentáveis. “Ser data-driven é criar uma cultura que utilize os dados como base para qualquer decisão a ser tomada dentro da organização. É evitar decisões baseadas em simples suposições ou achismos”, explica Marina Barboza, Innovation Business/Service Designer Lead e responsável pela iniciativa LaFabrique na Ingenico junto a Venturus

Entre as medidas adotadas está a realização de Talks específicos para cada área, com profissionais dos próprios times e experts do mercado mostrando quais são as ferramentas e processos que podem ser utilizados para otimizar o uso de informações.

Além disso, a companhia tem investido na aproximação com startups e parceiros que possam apoiar e amplificar a rotina de dados dentro da organização. “Temos de entender como consolidar e potencializar o que já temos dentro de casa para, com isso, permitir que nossos profissionais estejam preparados e municiados com as opções certas para a criação de insights que nos ajudem no futuro, explica Marina.

O que significa, em outras palavras, definir estratégias e ações em acordo com metas e indicadores de desempenho mais claros e disponíveis a todos que precisam decidir essas iniciativas. Eu diria que a grande oportunidade está em direcionar as ações a partir do conhecimento que existe ou que conseguimos gerar a partir de um determinado projeto”, completa Lívia, destacando o trabalho de identificação de pontos de melhoria como um importante caminho para a inovação data-driven.

 

Quais são os próximos passos desse projeto?

“Esse é um projeto contínuo, que não tem um começo, meio e fim”, destaca Lívia. “Sendo assim, além de disseminar a importância dos dados, é importante que a gente também construa ferramentas e dashboards que facilitem a visualização dessas informações dentro das equipes. Esse é nosso próximo passo”.

A cultura baseada em dados é valiosa para a construção de alianças ainda melhores com nossos parceiros e clientes. “A meta é desenvolver soluções cada vez mais inovadoras ao público, e por isso o próximo passo é levar essa conversa adiante, para outros países e grupos. O trabalho feito no Brasil, com liderança da Lívia e da Marina, é um marco desse processo que certamente nos ajudará e muito no futuro”, avisa Mignot.

Quer participar desse movimento e entender mais sobre o mindset data-driven da Ingenico? Participe de nossos talks ou mande suas dúvidas para nosso time de Inovação!

Sobre os autores

Lívia Dias, Data Product Owner da Ingenico LAR

Lívia Dias é Product Owner e integrante do time de Inovação LAR. Atualmente está à frente do projeto de Data Science da Worldline em parceria com o Venturus. Com experiência no mercado digital em segmentos variados, já participou da criação e lançamento de diversos produtos digitais. Na Worldline utiliza esse background para apoiar na disseminação da cultura ágil e costumer centric no desenvolvimento de soluções. Além disso, colabora nas ações de transformação digital a partir de dinâmicas colaborativas como o Design Thinking.

Marin Mignot, COO Latam para TSS na Worldline

Marin Mignot é um executivo com um forte histórico de transformação e liderança em empresas e organizações de tecnologia de alto desempenho. Ele é atualmente COO para a América Latina, impulsionando a transformação do Ingenico. Líder dinâmico que gerenciou diferentes tipos de negócios: Capgemini, Airbus, Bureau Veritas, entregando com sucesso projetos inovadores de serviços financeiros e gerenciando as alianças Startups e FinTechs. Sucessos significativos na condução e liderança de negócios de alto crescimento para operar com a velocidade e escala necessárias para atingir o potencial organizacional e de mercado. Demonstrou capacidade de liderança em todos os níveis organizacionais, desde a GM até as primeiras empresas. Líder de profundidade com experiência em inovação, serviços financeiros, centralidade no cliente, desenvolvimento de produtos, atendimento ao cliente, fabricação e cadeia de fornecimento.

Marina Barboza, Innovation Business Designer Lead

Marina Barboza, é responsável pelas iniciativas de Open Innovation e relacionamento com startups da Worldline Global em parceria com a Venturus.

Por já ter trabalhado em startups e fintechs, utiliza da sua vasta experiência para apoiar a Worldline Global a idealizar, criar e validar novos modelos de negócios e soluções através de metodologias e ferramentas inovadoras, como o Design Thinking.

Além de sua atuação em iniciativas que fomentem o desenvolvimento tecnológico no Brasil junto ao La Fabrique, uma iniciativa entre BNP Paribas, Carrefour, Edenred e Worldline.

Sobre Worldline

A Worldline [Euronext: WLN] é líder europeia no setor de pagamentos e serviços transacionais sendo a 4ª colocada no ranking de maiores players em todo o mundo. Graças ao seu alcance global e seu compromisso com a inovação, a Worldline é a parceira de tecnologia preferida por comerciantes, bancos e adquirentes, bem como por operadores de transporte público, agências governamentais e diversos outros setores da indústria. Com mais de 20.000 funcionários em mais de 50 países, a Worldline oferece aos seus clientes soluções sustentáveis, confiáveis e seguras em toda o ecossistema do processo de pagamentos, promovendo crescimento de seus negócios onde quer que estejam. A Worldline atua nas áreas de Serviços Comerciais, Terminais, Soluções e Serviços, Serviços Financeiros, Serviços de Mobilidade e e-Transacionais, incluindo aquisições comerciais locais e internacionais, tanto em lojas quanto on-line, garantindo transações de pagamento altamente seguras, com amplo portfólio de terminais de pagamento, bem como e-ticketing e serviços digitais em ambiente industrial. Em 2020, a Worldline gerou uma receita de 4,8 bilhões de euros. Saiba mais em worldline.com